Theodoro Fonseca, o investidor desejado
Ao longo dos últimos tempos muitas têm sido as críticas aos investidores estrangeiros que proliferam pelo futebol mundial. Alguns acusados de lavagem de dinheiro, branqueamento de capital, etc. Em termos de futebol, é no Reino Unido onde sempre tudo começa. Em 2004 chega Abramovich, antes Usmanov, depois Mansour, pelo meio os Glazers, e muitos mais, antes até de nós sabermos exatamente o que eram fundos de investimento aplicados ao futebol. Vimos clubes a desaparecer das principais divisões à velocidade da luz em Inglaterra enquanto Chelsea, Arsenal, City e outros se mantinham firmes. Em Portugal, passados uns anos, surge a mesma situação. Logo surgiram vozes de alarme. Joaquim Evangelista a alertar em reuniões do Governo ( vulgo Conselho Nacional do Desporto) para o perigo de uma não regulação e informação dos ditos investidores estrangeiros, bem como dos perigos que poderiam surgir para os profissionais de futebol e suas famílias. Fátima, Cova da Piedade, Aves e muitos mais acabaram por confirmar o triste prognóstico com danos inimagináveis para os jogadores de futebol. Ainda hoje, todos apoiamos essas famílias de jogadores, treinadores e funcionários de clubes pois estes investidores eram um flop, uma armadilha... uns vigaristas oportunistas.