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Depois de Cristiano Ronaldo em 2018, eis que o Prémio Artur Agostinho tem mais um repetente como vencedor: Jorge Jesus. Acredito que no futebol português houvesse quem quisesse que Record atribuísse o galardão a outro nome. Mas nesta casa somos nós que escolhemos. E é difícil encontrar outro para Homem do Ano em 2019. JJ conseguiu o impensável no Flamengo. Por muito que isso custe aos seus detratores. Chegou ao ‘Fla’ com um atraso que parecia irrecuperável e foi campeão sem mácula. Ganhou a Libertadores, que o clube brasileiro não conquistava há 38 anos. E na final do Mundial de Clubes perdeu por um frente ao Liverpool de Klopp e no prolongamento. São necessárias mais palavras? Mais do que os adjetivos, são os atos que ficam. O que Record pensa do trabalho de Jesus fica bem expresso.
Vem aí um novo ano. E com ele novidades no seu jornal de sempre. Andamos há 70 anos nisto. A única maneira de não nos fartarmos, nós e você que nos lê, é viver a vida como ela deve ser vivida: na constante procura de fazer melhor. A primeira transformação vai ser no Record Mais. Vai lavar a cara e ter novas rubricas. Já no decorrer de janeiro. Mas há mais. E você será o primeiro a saber. Bom ano, caro leitor. Obrigado por tudo. O nosso mundo só faz sentido consigo desse lado.