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Qual a causa do maior equilíbrio na 1.ª parte?
O Benfica foi a melhor equipa durante todo o jogo mas com dificuldades no processo de construção nos primeiros 45’. Pouco Fejsa, centrais inábeis na saída e Pizzi obrigado a recuar muito. O criativo encarnado esteve muito longe da área nevrálgica, obrigado a recuar muito para iniciar o transporte da bola.
Chaves recuou na 2.ª parte ou caiu por cansaço?
Ambas as coisas mas em momentos diferentes. O regresso do intervalo mostrou logo um Chaves menos atrevido e interessado em sair, de bloco mais baixo. Mais tarde a equipa claudicou mesmo por falta de pernas. Castro foi obrigado a mexer no miolo e foi óbvio que a equipa teve falta de pernas. Fez diferença e com influência no resultado.
Mexeu bem Rui Vitória à procura do golo?
O triunfo fala por si, mas o lançamento de Rafa e Raul Jiménez fez todo o sentido. O primeiro para ganhar e refrescar a ala de onde foi retirado Cervi, o segundo para ganhar ainda mais presença na frente, dando mais espaço a Seferovic e obrigando a defesa do Chaves a preocupar-se com a marcação de mais um homem muito móvel.
Qual a importância de Seferovic no Benfica?
São três golos em três jogos consecutivos, mas o suíço é mais do que isso. Tem a presença física, como tinha Mitroglou, mas mais velocidade, repentismo, pisando muito mais terrenos. É o que se chama um reforço.