O Benfica está muito forte e Luís Filipe Vieira quer mais. O ataque a Rafa mostra como o presidente joga forte em ano de eleições e a enorme ambição de conquistar o inédito tetra. Será impossível escrever a história do clube querendo para Vieira um cantinho apertado. A vitória esta época colocá-lo-á no patamar dos maiores. O que se fará a tantos extremos mais tarde se verá.
A ameaça encarnada de faltar ao jogo em Tondela é uma coisa que fica mal a tão grande emblema. Os problemas resolvem-se com diálogo e não chantagem. A preocupação com o relvado é mais do que legítima, mas os regulamentos são claros em relação às faltas de comparência. Digamos que se espera mais de um clube que pretende ter uma conduta exemplar. Não é com ameaças que se resolvem problemas.
Algo vai mal no reino do Dragão. O que se passa com a que já foi a mais famosa estrutura de futebol do País? O episódio Depoitre só não é risível porque acarreta evidentes prejuízos para o clube em geral e para Nuno em particular. Mas está tudo a dormir?
Em Alvalade Slimani é dossiê difícil para Bruno de Carvalho e Jorge Jesus. Não é fácil a gestão da situação. Manter o avançado que mais garantias dá, mesmo que contrariado, ou vendê-lo por cerca de 20 milhões, mesmo que o valor não seja o ideal? E há ainda João Mário, que o presidente só entende poder deixar sair por um valor superior ou semelhante a Renato Sanches. Casos bicudos e cujo desfechos terão claro efeito na época desportiva. O mais fácil será encaixar milhões. Vitais os papéis a desempenhar por Bruno e JJ. O sucesso passa muito por aqui.
Assustador o que se vive na Madeira e um pouco por todo o País. Populações martirizadas por incêndios que o clima abrasador tem potenciado. Solidariedade absoluta, por pouco que ela valha. Força.