Ar fresco e saudável

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Não sei como vai acabar ou sequer correr o consulado de Roberto Martínez na Seleção. Mas uma coisa é certa: há mesmo ar fresco na equipa de Portugal e isso é, de momento, o mais importante. Há mais simpatia de quem lidera, há alterações táticas evidentes, há novamente sorrisos na cara dos jogadores, algo que já ia sendo raro, quando se sentiam amarrados cá atrás. Não se trata de diminuir o trabalho de Fernando Santos e muito menos as conquistas que obteve, que recordarei e agradeço até ao fim dos meus dias. É reconhecer apenas o fim de um ciclo, que provavelmente deveria até ter terminado antes do último Mundial e ninguém teve coragem de o assumir. A melhor das sortes para Santos e Martínez, principalmente se ambos pagarem os impostos como todos os portugueses.

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