A economia manda
As saídas de Nani e Montero numa altura em que o mercado está fechado mostram que as finanças leoninas estão longe de brilhantes. Perder o colombiano não pode ser considerado preocupante em termos desportivos, mas a deserção do capitão é mais complicada de gerir. Uma medida que Frederico Varandas entende como poupança importante – algo inegável se olharmos ao salário milionário que auferia – mas que só é possível também porque a SAD acreditará que os melhores anos de Nani já passaram. Para além disso, é evidente desde o início da época que a braçadeira atribuída ao homem que regressou estava longe de ser consensual. O episódio com Peseiro foi um dos pontos quentes. Nani sai sem glória desta última passagem pelo Sporting, mas terá coisas a dizer, acredito. De quem fica já se percebeu que as saudades não serão muitas.
