Brincar com quem trabalha

Adicione como fonte preferencial no Google
Postscript MILTMP65205443.eps (7462143) (Milenium)
Postscript MILTMP65205443.eps (7462143) (Milenium)

Sabemos que os ricos têm mais oportunidades do que os pobres, na vida como no desporto. Sabemos que o dinheiro compra muita coisa que não devia comprar. Sabemos que as equipas portuguesas são hoje cada vez mais pequenas do que os grandes tubarões das maiores ligas. Sabemos que o poder e a influência fazem com que decisões e critérios sejam diferentes conforme quem está em campo. Vimos isso no clássico em Alvalade. O que ainda não sabíamos era ser possível que UEFA e árbitros fossem tão desonestos que não vissem o que todo o Mundo viu. Há coisas que têm discussão. Há lances que os árbitros não conseguem ver. Há casos que passamos dias e dias a discutir por paixão clubística. Mas há coisas que não podemos deixar em claro. O que os árbitros que não marcaram o pisão com os pítons de Gündongan a Marchesín fizeram é pior do que incompetência. Ninguém é tão incompetente assim. Não sei o que os levou a tomar aquela decisão. Mas brincar com quem trabalha foi o título mais simpático de que me lembrei para este texto. E que fique claro: não acredito na honestidade de quem deixa passar aquilo.

Deixe o seu comentário
Assinatura Digital Record Premium

Para si, toda a
informação exclusiva
sempre acessível

A primeira página do Record e o acesso ao ePaper do jornal.

Aceder

Pub

Publicidade