Custa assim tanto?
Jogar sem medo, olhos nos olhos, para ganhar e fazendo contas no fim. Custa assim tanto? A nós por cá, nada. Pelo contrário, o orgulho aumenta. Porque mesmo quanto estivemos a perder, percebemos que a equipa não tremeu. Que Ronaldo apelava à calma e queria mais, muito mais, como quer sempre. E com os melhores a serem chamados ao relvado, a coisa torna-se mais interessante. Soube bem ver o esquecido Palhinha a pisar o relvado e a tratar Pogba e Kanté com o desrespeito futebolístico de quem não tem medo. Assim como a irreverência de Renato Sanches a lutar contra todos. E o relógio suíço Moutinho, formiguinha que passa entre os pingos da chuva mas na realidade é quem determina o ritmo da equipa.
