Felicidade
De há muitos anos para cá que o dia mais feliz que tenho todos anos como diretor é quando celebramos o Record Challenge Park. Não há forma de não adorar os sorrisos das crianças dos 7 aos 77 anos que nos visitam no Inatel para experimentar todos os desportos. Percebi no ano passado que tenho agora a sorte de viver algo muito semelhante na Gala das Campeãs. É reconfortante e faz-nos sentir quando percebemos que estamos do lado certo da história. Do lado certo da luta. E ao lado de quem merece. Sei que é isso que vou sentir hoje no Estoril.
Na redação, colegas como a Rosário Castro, diretora da Máxima, e a Isabel Rodrigues, hoje administradora, foram-me chamando a atenção para vários pormenores no meu discurso. A vida do meu filho mais velho ao lado de uma futebolista profissional foi-me alertando para problemas com os quais as jogadoras têm de se debater seja pela forma como se vestem, como se portam nas redes sociais ou pelas mais elementares escolhas de vida. No futebol as mulheres já ditam cartas. E há milhões e milhões de portugueses ao lado delas. O Record é apenas mais um que as apoia. E vai estar aqui, hoje e sempre, com elas.
