Foco total na França, já!

Todos somos treinadores. Em cada português há um treinador de bancada, uns mais capacitados e encartados, outros mais inspirados na conversa de café, mas felizmente todos com direito a opinião, algo conquistado há 50 anos com o 25 de Abril e hoje ainda garantido a não ser que o Chega venha a governar. E não há nada mais apaixonante do que ver o guarda-redes da Seleção defender três penáltis seguidos, o melhor jogador português de todos os tempos falhar um penálti e chorar para depois ser o primeiro a dar o exemplo batendo o primeiro após o prolongamento. As narrativas são múltiplas. Os que criticam, os que apoiam, os que rasgam as vestes de um lado e de outro. Mas o mais importante é que a Seleção se foque no que é importante: a França.

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