Nas mãos das equipas

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Nos grandes portugueses o que importa é o futebol. Essa é a mola real dos clubes. Por muito que Benfica e Sporting apostem no ecletismo também como forma de afirmação da marca, ambos mais do que o FC Porto, diga-se, se as coisas não correm bem dentro das quatro linhas o caldo está entornado.

Agora com oposição conhecida e assumida, Luís Filipe Vieira tem tido no comportamento da equipa na Liga dos Campeões o maior inimigo da época. Foram muitos os que se apressaram a condenar Bruno Lage, a atacar a equipa e tudo o que mexesse bem cedo. Agora líder e com tudo em aberto na Europa, a águia tem ouvido menos críticas. Mas um deslize em França poderá fazer voltar tudo outra vez. É assim a vida no futebol português.

Varandas também vive o mesmo problema mas muito, muito mais agravado. Não interessa a situação financeira do clube. Não interessa o facto de todas as modalidades lutarem pela vitória. É a equipa de Silas que fará com que o presidente sobreviva, ou não, em Alvalade. São muitos os movimentos que lhe pedem a cabeça. E já há recolha de assinaturas para tudo e mais alguma coisa. O Sporting deixou de ser um clube que despede treinadores a torto e a direito para fazer o mesmo a presidentes. Vai ter um triste fim.

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