O nosso Cristiano

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Cristiano Ronaldo. Os adjetivos já não interessam muito. A guerra com Messi ainda menos. Até porque ela existe muito mais entre fãs do que em relação aos próprios, mais focados nas respetivas famílias do que em confrontos ridículos que não levam a lado nenhum. O futebol é hoje um indústria multimilionária, em que CR7 é peça principal por direito próprio.

Se Messi é talento puro que se depura a cada momento que passa, CR7 junta à centelha inata uma capacidade de trabalho e superação que só está ao alcance dos grandes. É também por isso que Cristiano é o maior. O melhor de sempre do futebol português e um nome incontornável na história. Se o fado, Amália e Eusébio foram as nossas bandeiras em anos em que por razões políticas tivemos as fronteiras fechadas, hoje CR7 abre as portas em qualquer táxi espalhado por esse Mundo fora. Porque sim, o Mundo é mesmo assim, mesmo que isso custe aos puristas.

Gosto de ver Ronaldo feliz. Se é com Georgina, se com os cozinhados da mãe, tanto me faz. É apenas uma questão de gratidão. Quem tantas alegrias nos deu na Seleção e nos ajudou a ver o nosso país campeão europeu merece ter um sorriso na face. O mesmo que nós exibimos pós-França sem vergonha nenhuma. Inesquecível. Boa sorte CR5. Que sejas 7!

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