Ody, Jesus e dinheiro
Por muito que compreenda as palavras de Vlachodimos e simpatize com a posição legítima de um guarda-redes que não entende o porquê de ter passado a suplente, é impossível defender que a azia de não jogar se pode sobrepor à decisão de um treinador. Da mesma forma que entendo que um bom profissional tem direito à insatisfação quando sente que dá tudo nos treinos, respeito que um treinador faça as escolhas de acordo com o que acredita ser o melhor para a equipa. Vlachodimos quer jogar, sim, mas quem manda é Jesus. E é ele quem é pago para escolher. Para o bem e para o mal. Mas de pleno direito.
