Saída de campo

Bernardo Ribeiro
Bernardo Ribeiro Diretor de Record

Portugal e tira-nódoas

A Seleção Nacional voltou a falhar, empatando novamente na Luz, desta vez frente à Sérvia. Um mau resultado, uma exibição de altos e baixos, uma arbitragem ainda pior. Razões de queixa legítimas da equipa portuguesa. Ainda assim, o problema são os parcos dois pontos arrecadados em dois jogos em casa, onde devíamos ter somado seis. A formação nacional tem de se reencontrar. Os deslizes começam a ficar proibidos, mesmo para quem é especialista em contas de calculadora. As opções de Fernando Santos voltaram a estar na ordem do dia. Danilo e William juntos no miolo é, pelo menos, discutível. Mais grave, parece faltar uma faísca na Seleção. Que volte depressa.

César Boaventura e Vítor Catão. Uma boa imagem do lado podre do futebol português. O mais grave de tudo isto, mais ainda do que as acusações feitas, que valem o que valem até serem validadas pela justiça nacional – e esperemos que haja alguém que averigue tudo isto, porque no meio de tanta sujidade algo se deverá encontrar – é estes serem agentes do nosso desporto. Como chegam estes homens aos corredores do poder? Como são próximos de presidentes? Em que expedientes estão metidos? Assustador.

Rui Pinto incomoda mesmo muita gente. E não digo isto pelo Benfica. Nem pela revelação de Catão. Que espero seja inventada, claro.
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