Tão feliz com um empate
Confesso que faço parte do grupo de portugueses que já não espera muito do futebol praticado pela seleção de Fernando Santos. Nada contra o selecionador e muito menos os nossos fantásticos jogadores, mas já me resignei à cultura resultadista instalada, em que algumas opções difíceis de compreender levam a que os resultados sejam por vezes bem melhores do que as exibições. Foi o caso frente à Espanha. Continuo a achar que Portugal pode e deve jogar muito mais, mas esta é a receita defendida por quem manda. Esperarei melhores dias e vou vibrando, como sempre, com a seleção. Esta e todas as outras.
