Treinador: o elo mais fraco

Não sei avaliar a justiça do despedimento de Vítor Bruno. Ou de outro treinador qualquer, na verdade. São decisões dos presidentes e o insucesso sempre sobrou para estes homens. Primeiro porque é mais fácil despedir uma equipa técnica do que um plantel inteiro, depois porque quando despede um treinador, queira ou não, um presidente está a somar um erro grave, mesmo que a maior parte fuja às responsabilidades. Essas são pagas com as indemnizações que o dinheiro do clube vai cumprindo.

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