Dar a mão à palmatória

Ganhar ao Benfica com dois golos de um moçambicano não foi um ultraje à história do clube da Luz e, muito menos, à memória de Eusébio da Silva Ferreira, que ficará para sempre registado na história do futebol como o genuíno Pantera Negra. E se Geny Catamo saiu incontestavelmente com o dístico de herói improvável do dérbi lisboeta que deve autenticar a conquista do título nacional, não é menos verdade que até esse contexto homérico acaba por nos remeter, antes de tudo, para o papel primordial e até estrutural de Rúben Amorim.

Deixe o seu comentário

Pub

Publicidade