A insurreição de Kökçü

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Serei sempre a favor da liberdade de expressão e contra os regulamentos dos clubes que estabelecem preceitos e corretivos que suplantam e, nalguns casos, violam os direitos constitucionais e as leis do trabalho. Dito isto, e ao contrário do que li e vi defendido, o Benfica nunca poderia castigar Kökçü tão-somente por este ter dado uma entrevista sem dar cavaco ao clube. Esse é um direito que lhe assiste, não tendo valor legal a exigência de autorização antecipada, que nalguns casos (lá fora) chega ao cúmulo de requerer também o conhecimento antecipado das perguntas, como se os jornalistas tivessem também de venerar a autocracia patronal. Infelizmente, são práticas comuns, sem que os sindicatos dos jogadores e dos jornalistas e outras entidades com responsabilidades na matéria reajam adequadamente. E arrisco dizer que Kökçü provavelmente escolheu o neerlandês "De Telegraaf" para expor a sua revolta precisamente para escapar a esse tipo de condicionalismos…

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