Boas promessas, mas sem um real teste

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A melhor série de triunfos de Portugal (numa qualificação e na história da Seleção), bem como as cinco goleadas por quatro ou mais golos não garantem, por si só, troféus e medalhas. Mas, mais do que os resultados e os recordes estatísticos, as boas exibições somadas sob a regência de Roberto Martínez contribuíram de forma indelével para a onda de positividade que os portugueses transparecem a menos de três meses de distância do Europeu na Alemanha. Ora, isso acaba por decorrer naturalmente de uma equipa com talento para dar e vender, que se diverte a jogar e que nos entretém a vê-la desfrutar, coeficientes que nem sempre se agregaram no passado. Por muito que as coisas nos tenham corrido bem no Euro’2016, não jogar bem e sonhar com títulos é tão normal e comum como enfiar a mão num saco de serpentes venenosas na esperança de apanhar uma lampreia…

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