Não lloro por ti, Argentina
Há finais que se recordam pelos golos, outras pela tensão, algumas pela épica. E depois há esta disputa no MetLife, que ficará na memória como um estranho híbrido entre um mau filme de autor e um combate de wrestling mal coreografado. Talvez por isso, também, como a pior final de que me lembro — pior até do que a sonolenta noite de 1994, quando Brasil e Itália arrastaram o tédio até aos penáltis. Nos EUA, nem houve esse suspense: houve uma equipa que quis jogar futebol e outra que preferiu testar os limites do regulamento… e que parecia estar a tentar resolver um problema de xadrez com uma marreta.
