O anti-herói prático

O futebol português adora heróis clássicos: treinadores que falam como generais, prometem cruzadas, exigem mundos e fundos e explicam o fracasso com conspirações e arbitragens. Nesse teatro, Rui Borges é uma anomalia quase indecente. Não porque falhe – mas porque ganha sem cumprir o ritual

1
Deixe o seu comentário

Pub

Publicidade