O pecado original de uma saída anunciada

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Apenas cinco dias após ter sido eleito o melhor treinador do mês, Vítor Bruno foi despedido. Os seus pares da Liga que o haviam escolhido poderão alegar a seu favor as quatro vitórias e o empate somados pelos portistas naquele período, com 12 golos marcados e apenas um sofrido, quando o FC Porto prometia assaltar a liderança da Liga. Mas nem isso invalida que tenham menosprezado o cenário de um despedimento que, já então, era mais ou menos anunciado.

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