Schmidt não é mestre do ardil

Adicione como fonte preferencial no Google

O dérbi de Alvalade terminou com um empate apropriado se atendermos ao controlo de jogo e até de oportunidades de golo, mas nem isso invalida que o Sporting tenha apresentado, no seu período dominante, uma qualidade futebolística mais exuberante e soberana do que a que o Benfica ofereceu no meio jogo em que esteve por cima. O Sporting não retirou daí suficientes préstimos também porque o VAR (Hugo Miguel) foi inapto no golo in extremis de João Neves, mas isso são contingências que não irei enfatizar. Por haver quem o faça com maior conhecimento e por ter consciência de que os adeptos, dirigentes e treinadores são sempre mais palavrosos e engenhosos a queixarem-se dos danos arbitrais do que a agradecer os benefícios. Escrever sobre arbitragem é um ofício de risco e é bem mais proveitoso prosear sobre duas equipas que se bateram com a grandeza própria dos grandes confrontos. Não chegou a ser um duelo empolgante, mas foi intenso, com momentos celestes e com doses justas de tática, energia e detalhes individuais.

Deixe o seu comentário
Assinatura Digital Record Premium

Para si, toda a
informação exclusiva
sempre acessível

A primeira página do Record e o acesso ao ePaper do jornal.

Aceder

Pub

Publicidade