Tocou a sineta de alarme

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A 18 de Setembro, o Benfica recebeu e goleou um Marítimo combalido pela troca de treinador e pela guerrilha interna, somando a 13ª vitória consecutiva. Um dia antes, o FC Porto empatara no Estoril e o Sporting perdera no Bessa, tornando o cenário ainda mais celestial para a nação benfiquista. Levando em conta as quase duas semanas de paragem competitiva, por força dos jogos das seleções, Roger Schmidt premiou o plantel com cinco folgas, enquanto o bem menos exultante Rúben Amorim substituiu algumas das que agendara por treinos suplementares. Passados 14 dias, regressou o campeonato e o Benfica cambaleou em Guimarães, cedendo dois pontos num estádio onde havia vencido em 9 das anteriores 10 deslocações. No dia anterior, o Sporting batera, de forma conclusiva e sem remissão, o normalmente competente Gil Vicente (vá lá que Ivo Vieira teve a hombridade de assumir o seu arrependimento pela aposta inopinada numa equipa de tração atrás), enquanto o FC Porto também recuperara as essências do seu futebol gladiador e voraz, goleando um Braga incapaz de justificar o carimbo de candidato ao título que a turba mais pressurosa já lhe havia timbrado. Imediatamente tocaram as campainhas de alarme na Luz.

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