Vida(s) de treinador(es)
O clássico de Alvalade confirmou que os treinadores e as suas equipas valem pelas suas multíplices competências, mas são invariavelmente mensurados tão-só pelos seus resultados. E este juízo, devo confessar, não deixa de ser uma espécie de mea-culpa. Porque também me terei apressado a determinar que a vitória do FC Porto sobre o Sporting podia ser explicada, pelo menos em parte, pela reforma inicial no seu’11’ e pelos seguintes restauros, supostamente impacientes, que Rúben Amorim foi introduzindo. Um novo e mais judicioso visionamento do jogo retirou-me essa impressão.
