É a diversão, burro!

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Durante dias a fio discutiu-se ad nauseam a indisciplina de Luis Suárez, o negacionismo de Rui Borges ou o incendiarismo de Frederico Varandas. Parecia que o futebol português se esgotava nestes temas, sempre acompanhados das profecias apocalípticas do costume, ou seja Suárez a forçar a saída, Rui Borges que não é treinador para o Sporting e Frederico Varandas, o agitador inoportuno.

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