Interrogatório

Vítor Pinto
Vítor Pinto Chefe de redação

Correções antes dos exames

Empatar com a Tunísia é motivo de preocupação?

Trata-se sobretudo de um desafio. A Seleção está no início de uma caminhada. A preparação ainda dura mais duas semanas e, para evitar euforias após a conquista do Europeu, tal como Fernando Santos tanto gosta, nada melhor do que poder detetar desde já imperfeições que podem servir de alerta interno e obrigar os jogadores a reagir para não sofrerem mais tarde.

Os erros defensivos indiciam quebra de eficiência?

Como se viu há dois anos, a consistência defensiva é fundamental para qualquer aspiração de sucesso que Portugal tenha. A falta de compensação à direita no primeiro tento, e a desatenção que permitiu o 2-2 são falhas claramente coletivas e, dessa forma, passíveis de correção.

A criação de oportunidades foi um aspeto positivo do conjunto português?

O rendimento foi positivo na etapa inicial e, isso é certo, a Seleção ficou a dever a si própria mais um ou dois golos que teriam sentenciado a contenda. A cabeçada de André Silva é notável e tem o mérito de injetar de imediato confiança num ponta-de-lança que poderia duvidar das suas qualidades após um ano complicado.

O que vai mudar com a chegada de CR7 ao grupo?

Como dizia Bruno Alves, com Cristiano Ronaldo até os treinos são mais competitivos. A equipa vai naturalmente moldar-se e crescer coletivamente em torno do seu verdadeiro líder em campo.

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