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O direito ao esquecimento
João Pinto e Rúben Semedo merecem que os episódios que protagonizaram sejam esquecidos à luz do direito e dos bons valores, embora não sejam casos comparáveis na gravidade
Na mesma edição do Record, dois factos muito interessantes a reforçarem o valor do direito ao esquecimento. João Pinto, que deu uma excelente entrevista a este jornal, assumiu uma parte negra da sua história profissional como é raro acontecer, representada pela agressão ao árbitro no jogo com a Coreia do Sul, no Mundial de 2002. Uma agressão que lhe valeu um inglório final de carreira na selecção e a Portugal um grave dano reputacional.
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