Continuam a cair que nem tordos

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É um problema complexo e por isso de complicada resolução, a estapafúrdia quantidade de jogos a que os profissionais de futebol estão sujeitos, especialmente os que envergam as camisolas dos grandes clubes. São jogos do campeonato, das taças e ligas nacionais, das provas europeias e das selecções, o que implica mais dias de treinos e menos de repouso, mais viagens e estágios e menos vivência familiar. São profissionais, dir-me-ão. Pois são, mas também humanos e não máquinas, por muito bem preparados que estejam. E o resultado deste absurdo viu-se agora nas partidas impostas pelas malfadadas datas FIFA: os jogadores lesionados foram mais de duas dezenas e a maioria não foram lesões traumáticas. Haaland (Man. City), Rashford (Man. United) Vinícius (Real Madrid) e Gavi (Barcelona), entre outros, lesionaram-se com gravidade, podendo só regressar na próxima época. E sabe-se lá em que condições.

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