Não ao racismo, sim à presunção de inocência

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O que ocorreu na Luz na passada terça-feira e nos media nacionais e estrangeiros fez-me chorar e fez-me rir. Já explicarei porquê, mas antes permitam-me dizer que, não sendo africano, sou um africanista de alma e coração. África é um continente que percorro com frequência e não só os países de língua portuguesa. Sou, por conseguinte, visceralmente contrário a todo o tipo de manifestações racistas, venham elas de onde vierem. E exijo que estas sejam sempre exemplarmente combatidas e punidas.

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