O poder do Manchester City
O Man. City ocupa o primeiro lugar entre os clubes com o plantel mais valioso das cinco principais ligas europeias, à frente do Barcelona e a milhões de euros de distância dos atuais finalistas da Champions League.
A lista, elaborada pelo CIES Football Observatory, tem critérios como o desempenho internacional, os contratos de longa duração com jogadores e ainda a idade destes e coloca o City no topo (valor médio de 62,9 milhões de euros), seguido do Barcelona (55,3), Tottenham (51,3), Liverpool (43,6) e At. Madrid (41,8). O Chelsea está em 6.º (40,7), seguido do United (39,4), enquanto o Real fica na 9.ª posição (35,2) e o primeiro clube alemão, o Bayern, está em 13.º (25,4), atrás do PSG,
8.º (39,1), fechando a Juventus o top ten (30,7 milhões de euros).
Os critérios podem ser discutíveis, mas explicam muita coisa. Por exemplo, entre os 31 clubes cujos jogadores estão cotados acima dos 10 milhões de euros há nove clubes da Premier, oito da Serie A, seis de La Liga e só quatro da Bundesliga e da Ligue 1. E – sublinhe-se! – o West Bromwich Albion, atual penúltimo classificado em Inglaterra, ocupa o 55.º lugar entre as 98 equipas incluídas no estudo (5,6 milhões).
E, sem colocar em causa a justeza do triunfo na Premier, se lhe dissermos que o City tem sete jogadores – De Bruyne, Sané, Sterling, Gabriel Jesus, Ederson, Bernardo e Agüero - com valor de venda superior aos 100 milhões de euros, mais explicáveis são os porquês da supremacia na liga. Poder-se-á alegar que as carradas de libras nem sempre correspondem a carradas de qualidade. Mas ajudam muito.
Termino com um voto. Sir Alex: regresse pronto ao palco dos (seus) sonhos!
