Paul Gascoigne e as lágrimas que Inglaterra nunca secou

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Itália'90. Terá sido este o último Mundial em que a Inglaterra foi feliz. E nem a final do Euro'2020 se assemelhou ao sonho vivido há 32 anos. Há um sabor agridoce que não sai da boca dos três leões, que hoje entram em ação perante o Senegal, no Qatar. É que a sombra daquela noite em Turim tem dentes e ainda morde. As lágrimas derramadas na meia-final com a eventual campeã Alemanha ainda não secaram. Estão na consciência coletiva. Mas falar disso é entrar pelo talento louco que fez Inglaterra levitar: Paul Gascoigne. Inglês algum correu, jogou, aprontou e chorou como ele, que logo depois partiu para uma viagem sem retorno. Na companhia do desconsolo.

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