Beitar de Jerusalém: o clube que não se livra do vírus racista

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Há sonhos que viram pesadelo. Há clubes que nascem rebeldes, para se tornarem reféns da xenofobia, infetados pelo fanatismo. É esta a judaica vida do Beitar de Jerusalém, tido como o mais racista dos clubes. Já foi alvo de estudos, de documentários e agora é tema do livro ‘On The Border’. É o clube onde nunca se admitiram árabes e que vive refém de uma claque tenebrosa: La Familia.

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