Falta de sono: o comprimido que o futebol vai ter de engolir
Não é necessário um curso de medicina integrada em institutos de ciências biomédicas para saber quão importante é a frequência e qualidade do sono num atleta de alta competição em geral. Ou num futebolista em particular. Mas o segredo sujo do subterrâneo mundo da prescrição de fármacos que induzem sono, conjugado com o maltratado tema da ansiedade e depressão num jogador, que lhe torna brancas as noites e com o tabu que são traumas e complexos tidos como inconfessáveis num mundo de machos alfa, estão a provocar um terramoto no planeta do jogo bonito. Há o recente caso de Dele Alli. A promessa inglesa nunca concretizada perdeu-se no labirinto de si mesmo e sucumbiu a tudo o que foi acima referido. Mas o mal é tudo menos recente.