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A Liga Portugal iniciou esta semana os Grupos de Trabalho, numa dinâmica vital para o desenvolvimento das competições profissionais, que conta com a participação da maioria das sociedades desportivas, bem como do Gil Vicente FC, que será integrado na Liga NOS na próxima época.
Até março, as sociedades desportivas e os vários quadros da Liga vão aliar esforços e competências para debater ideias e encontrar mais e sempre melhores soluções para as nossas competições, para a organização e, no final da linha, para o espetáculo que o futebol profissional proporciona a milhões de adeptos.
Ainda na presente semana pudemos assistir a mais um marco histórico, ao ser batido o recorde de assistências na Allianz Cup, resultado de uma vontade coletiva de reposicionamento desta competição. Conforme o discurso da generalidade de treinadores e jogadores, este é hoje um troféu ambicionado por todos os emblemas e os seus adeptos.
Todos trabalhamos para os adeptos e para o espetáculo, que é intenso e brilhante, que é o palco do talento dos nossos jogadores, treinadores e árbitros. Talento que queremos usar para, em definitivo, quebrar fronteiras. Até porque a internacionalização do futebol profissional português – uma bandeira hasteada no atual mandato – é uma prioridade da nossa direção.
Mas o sucesso das competições e o crescimento da indústria do futebol, depende em muito destes Grupos de Trabalho, que vão envolver mais de 140 técnicos da Liga e das Sociedades Desportivas, mais de 90% das equipas das competições profissionais e perto de 5.000 horas de trabalho. Também aqui se verifica a maturidade deste ambioso projeto da Liga Portugal.