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Helena Pires
Helena Pires

De olhos no Mundo

O enquadramento da Allianz CUP motivou a minha crónica há uma semana e, é verdade, que esta é uma prova da qual nos orgulhamos particularmente, nesta casa. Do fim anunciado à vitalidade passaram-se quase três anos, de trabalho, de posicionamento e de um novo paradigma. Falamos hoje de uma competição à qual as Sociedades Desportivas reconhecem importância, mas que, acima de tudo, querem ganhar.

As regras estão na mesa e são por todos conhecidas antes dos sorteios das respetivas fases. Sem surpresas para as Sociedades Desportivas que conquistaram um lugar por mérito. O formato de Final Four, numa semana dedicada ao futebol, e que culmina com a consagração do Campeão de Inverno é um sucesso.

Reconhecimento ao apoio e, sobretudo, confiança que as Sociedades Desportivas deram – muito importante! – e que permitiu continuar a aposta. Hoje falamos de uma competição que atrai patrocinadores e que desperta vontade dos municípios em receber a festa do futebol. Uma prova que, ao fim de uma longa travessia no deserto, volta a ter jogos aos fins-de-semana na fase de grupos, privilegiando o espírito familiar. O operador televisivo, esse, deu sinais claros da vitalidade da Allianz CUP, apostando na transmissão de mais de 50 por cento dos jogos. Tudo pelo adepto.

Falta apenas que a nossa Taça da Liga tenha lugar nas competições europeias. Utópico? Pensemos que em Inglaterra, o vencedor da Carabao CUP – Taça da Liga inglesa para o comum dos adeptos de futebol – tem acesso direto à Liga Europa. Isso traduzir-se-ia num aumento de vagas (e prestígio) para o futebol profissional português. Têm a palavra os clubes!

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