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Joaquim Jorge
Joaquim Jorge Fundador do Clube dos Pensadores

Portugal

1 – Portugal fez um jogo sofrível contra o Azerbaijão, valeu o resultado, pois a exibição foi paupérrima, venceu com um auto-golo. Fernando Santos bem avisou para não menosprezarem o adversário. O jogo seguinte com a Sérvia foi diferente, Portugal entrou muito bem no jogo e chegou a 2-0 com uma facilidade incrível. Diogo Jota foi o homem em foco, beneficiando de liberdade pela marcação apertada a Ronaldo. A segunda parte foi má e com a facilidade com se chegamos a 2-0, a Sérvia com a mesma facilidade chegou ao empate. Na segunda parte entrou em campo e marcou, ganhou um alento acrescido e tornou-se uma equipa perigosa. Na parte final do jogo, Portugal reequilibrou o jogo e Ronaldo marcou um golo que não valeu. Neste lance vê-se a eficácia do VAR e a verdade que deve haver no jogo. Como não é utilizado o VAR na qualificação para o Mundial, Portugal perdeu injustamente e foi-lhe roubado um golo, que lhe daria a vitória. Esperemos que esse golo, que não contou, não nos faça falta para as contas finais do apuramento do Mundial.

2 – O Luxemburgo-Portugal marcado por um não assunto. Em causa Ronaldo ter atirado a braçadeira ao chão pelo roubo de um golo limpo de Portugal marcado pelo próprio Ronaldo. Por vezes, faz-se finca-pé em querer ver defeitos em Ronaldo. Não se pode questionar o seu empenho e orgulho em representar as quinas. É importante perceber-se por que o fez?! Estava frustrado por não ter sido validado o seu golo. Contudo nesta campanha esteve muito apagado e tristonho, marcou um golo, mas passou completamente ao lado do jogo e falhou um golo em que esteve de caras com o guarda-redes. Valeu a vitória, mas pouco mais. O que há a realçar é a forma desinspirada de Ronaldo, sem fazer a diferença, arrastando-se no campo, denotando cansaço e falta de brilho. Parece que acusou ser eliminado da Champions! Convém Ronaldo descansar e recuperar anímica e fisicamente para estar au point no Europeu.

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Fundador do Clube dos Pensadores

*escrevo ao abrigo do AO

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Por Joaquim Jorge
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