Clube dos Pensadores

Joaquim Jorge
Joaquim Jorge Fundador do Clube dos Pensadores

Champions

Uma final de Champions atípica sem o Real Madrid ou a Juventus, mas em que o Liverpool conseguiu superar as derrotas nas finais que jogou anteriormente. Klopp foi feliz e Pochettino foi infeliz, mas também, não teve talento e engenho para contrariar os diabos vermelhos.

Um golo prematuro, através de um penálti muito duvidoso sentenciou e condicionou toda a partida. Depois viu-se que a opção de Pochettino por Harry Kane em detrimento de Lucas Moura, o herói da semi-final contra o Ajax foi estranha e desastrosa.

Pochettino com esta decisão condicionou a forma de jogar do Tottenham e perdeu. Contudo, ainda pensei em novo milagre antes do final do jogo com um golo  do Tottenham, mas Origi acabou com esse sonho.

O jogo teve um momento caricato, em que Kinsey Wolanski, com um fato de banho reduzido prestou-se ao papel de fazer publicidade ao site do namorado sobre conteúdos sexuais. De adepta não tinha nada, era actriz e modelo russa.

A atracção por enormes eventos onde estão os meios de comunicação está na moda, qualquer dia o futebol vai servir para passar mensagens políticas fortes e para dar visibilidade a partidos políticos. Não me admirava nada, Hollywood já o faz nos Globos de Ouro. Pode dizer-se que houve muita festa com pouca roupa.

Irromper no campo na final para Kinsey Wolanski saiu barato, pagou uma multa de 15.000 euros, mas em contrapartida teve benefícios na ordem de 3,5 milhões de euros no site pornográfico do seu noivo pela publicidade. O crime compensa.

O Liverpool quebrou o enguiço e tornou-se campeão europeu pela 6.ªvez. De um lado e do outro, não faltaram lágrimas, ainda que, claro está, por motivos bem distintos.

Salah desta vez sorriu depois de ano passado ficar com um ombro maltratado por Sergio Ramos, o guarda-redes do Liverpool, Allison esteve soberbo e ajudou muito.

Uma final 100% inglesa, jogada por dois clubes que não venceram a Premier League.Com esta vitória do Liverpool, Messi tem mais concorrentes, como Van Dijk, Mané ou Salah à Bola de Ouro.

Não foi uma final com um futebol encantador, mas teve emoção, polémica e uma celebração com o hino "You'll Never Walk Alone" que arrepia. E, o que mais saliento os festejos só com os jogadores em campo, sem filhos, esposas e o resto da família. Primeiro estiveram os adeptos, só depois os familiares, mas antes o hino lendário "We are the Champions".
 
O futebol está quase de férias, mas não para todos, há quem esteja na Final Four, na Copa América e na qualificação para o Euro 2020. Para a próxima época 2019/2020, as novas regras de jogo serão uma novidade, para além das novas contratações.
 
 
Nota: No jogo Portugal – Suíça tentaram estragá-lo com um penálti fantasma. Todavia quem tem Ronaldo tem quase tudo: 1.º golo de livre dos velhos tempos, 2.º golo na passada com uma assistência de Bernardo soberba e 3.º golo à Ronaldo em jogada corrida.
 
 
Fundador do Clube dos Pensadores
*escrevo ao abrigo do antigo AO

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