Um novo fora-de-jogo
Nesta jornada tivemos mais um daqueles momentos "fantásticos" para alimentar discussões sobre os fora-de-jogo, as linhas virtuais e as margens de erro. Um assistente deixou seguir um lance de dúvida e o VAR confirmou a decisão tomada em campo, mostrando que o atacante estava um centímetro atrás da bola. Haverá sempre discussão sobre se o VAR escolheu o frame certo, se os pontos foram corretamente marcados no corpo dos jogadores (atacante e defesa ou bola) ou se a tecnologia está bem calibrada. São as novas discussões do futebol. Faz parte. Mas venho aqui reiterar a minha opinião sobre o que poderia vir a ser uma alteração na Lei do fora-de-jogo e que, num futebol tecnológico, facilitaria o trabalho do VAR e traria, digo eu, mais credibilidade às decisões milimétricas do VAR e das suas linhas virtuais: um jogador deveria ser considerado em posição de fora-de-jogo se tivesse o corpo totalmente adiantado relativamente ao penúltimo adversário. Com esta ‘definição’, um jogador só estaria em posição de fora-de-jogo se, estando mais perto da linha de baliza adversária do que o penúltimo adversário e ao colocar-se uma linha na parte mais recuada do seu corpo, essa linha não tocasse nenhum adversário ou a bola. Fica aqui esta ideia, cujo mentor principal foi Arséne Wenger. O seu a seu dono.
