Choque. Ética. Ponto

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Por norma este espaço já é curto para abordar apenas um assunto com a profundidade que eu gostaria. Esta semana, sendo vários, serei telegráfico. Nem Nanu nem Kritciuk foram vítimas de ‘atropelo’ de forma inesperada e sem ação própria. Ambos saltaram para um sítio, onde a bola ia cair, e não conseguiram evitar choque fortuito de cabeças e corpo. Ponto. André André colocou as mãos nas costas de Pizzi. Concordo com a leitura de que houve contacto sem empurrão/carga ilegal. Mas, por ser um lance de análise de intensidade, facilmente percebo opiniões contrárias. Mas há um facto incontornável: as imagens mostram que as mãos nas costas de Pizzi aconteceram fora da área. Não ficou penálti por sancionar. Ponto. "Hoje fomos enganados, hoje fomos roubados aqui", "...espoliado, roubado e maltratado", "...é claro e inequívoco que ele (árbitro) esteve cá com o objetivo claro de prejudicar...". Suspeições e acusações como estas são muito graves e não podem ter lugar no futebol. Têm de ser exemplarmente castigadas. Ponto. Lazzarazi (Lazio) caiu na área e, antes que o árbitro tomasse qualquer decisão, quando todos pediam penálti, apressou-se a esclarecer que não tinha sido tocado. Já Belotti (Torino) ‘convenceu’ o árbitro a anular uma falta e o amarelo ao adversário que estava próximo quando este caiu sem infração. Atitudes que nos fazem ter esperança num futebol mais ético. Ponto.

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