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Prossegue o brilho intenso da estrela que guia o melhor futebolista mundial, Cristiano Ronaldo. É que quando se julga que CR7 já superou tudo… bate-nos à porta mais um máximo. Desta feita o de maior goleador do Mundial de Clubes (seis golos), que se junta ao primado no Real Madrid, Liga dos Campeões, competições europeias e Campeonato da Europa. Paralelamente, o fenomenal jogador tornou-se no primeiro jogador da história do futebol a marcar mais de 50 golos em sete épocas consecutivas. E caso o seu clube vença amanhã o Grémio somará o quarto título do Mundo de clubes, o terceiro pelos madridistas. Depois de recentemente conquistada a quinta Bola de Ouro, Ronaldo continua imparável e não duvido daquilo que, informalmente, me confessou recentemente, a propósito do momento menos positivo da sua equipa: "Isto não é como começa, é como acaba". Pois…
Com Ronaldo em alta, no plano contrário, se me é permitida a comparação, encontra-se o Benfica em Portugal. No curto espaço de uma semana disse adeus à Europa e à possibilidade de voltar a conquistar a Taça de Portugal, a equipa continua, futebolisticamente, longe de patamares recentes, Rui Vitória foi insultado em Vila do Conde - e no curto espaço de 13 dias Tiago Pinto, novo dirigente do futebol, não conseguiu controlar-se e foi expulso pela segunda vez. E mesmo que o líder encarnado, em périplo pela China, insista que este é o treinador ideal para o projeto que idealizou, volto a colocar a mesma questão de há duas crónicas: conseguirá LFV manter este treinador sem resultados?