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Estou de acordo, desde parte desta temporada, com vários itens relacionados com o FC Porto: lidera a Liga, agora com confortáveis pontos de vantagem sobre os rivais habituais, porque se trata da equipa mais consistente – pode até nem ser um futebol muito artístico, mais é o mais eficiente; o trabalho de Sérgio Conceição, e seus pares, tem sido notável – veja-se quantos craques tem de baixa e o ritmo continua elevado; não fossem variadíssimos erros de arbitragem – mais de uma dezena de castigos máximos por assinalar – e a vantagem seria de molde a acreditar que o campeonato estava encomendado. Porém, quando se olha para o que se passou nos malfadados segundos 45 minutos do Estoril – e para as repercussões do pós jogo – e para as fresquinhas declarações de Rui Pedro Soares, garantindo que vem aí, finalmente, a revolução desejada para o futebol português, não podiam (os clubes) começar por mandar investigar o que se passou na Amoreira? Quando se fala em malas, Estoril a meter dó, linha falsa no primeiro golo do FC Porto e na VARgonha que é este VAR, não há motivos suficientes? Vá lá: aproveitem para dar um sinal de credibilidade!
João Capela tinha tudo para ser árbitro de elite. Mas desde aquele Benfica-Sporting, de vez em quando… sai novo tiro no pé. Em Tondela espalhou-se ao comprido – se os leões não têm vencido se calhar ninguém reparava nos descontos… – e perante nova evidência não seria melhor parar uns tempos (largos), reciclar-se e depois tentar regressar ao que prometeu no início de carreira?