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Na ressaca da pior ronda de sempre das equipas portuguesas na Champions – nunca, com três equipas, tinha havido um pleno de desaires – volta a estar na ordem do dia (agora em dose dupla) a opção dos treinadores por determinados guarda-redes, concretamente Svilar por parte de Rui Vitória e José Sá por Sérgio Conceição. Como diria o saudoso grande nome do jornalismo português Mestre Aurélio Márcio "os guarda-redes estiveram muito bem no intervalo dos golos". Ora, na Luz, um jovem possuidor de enorme potencial começa cedo a conviver com o ‘frango’ - digam o que disserem os que sabem do assunto, a começar por José Mourinho -, mas o que mais surpreendeu foi o posicionamento do seu treinador. Defendeu-o, teceu-lhe elogios, garantiu-lhe a titularidade nas Aves e deixou claro, mais uma vez, que Bruno Varela é ‘finito’. Portanto, vá lá perceber-se porquê, se dúvidas havia, Varela recebeu na noite de anteontem a guia de marcha, mas continuo a acreditar que tem tudo para ser feliz longe da Luz. Mais a norte, com epicentro em Leipzig, Sérgio Conceição decidiu que era hora de trocar Casillas por José Sá, por "opção técnica" disse. Será mesmo só técnica a decisão? Não haverá mais qualquer coisa pelo meio? As próximas horas dir-nos-ão se o espanhol tem os dias contados no Dragão ou se foi coisa passageira.
Quem não tem problemas na baliza é o Sporting. Rui Patrício é insubstituível, como o deveria ser Fábio Coentrão, mas segundo Jorge Jesus, pelo menos em Turim, correu o risco de rasgar-se. Como? Importa-se de repetir?