Brilho intenso dos 'pedreiros'
As vitórias, por mais ínfimas que sejam, têm um peso cada vez maior no nosso quotidiano. Há mesmo quem defenda que são determinantes para a longevidade, ou sobrevivência, ou resistência. E se quisermos ir mais longe… fazem bem, mesmo muito bem, ao ego. E se se vibra (muitos por simpatia, como eu) com a vitória (finalmente, disseram os especialistas) no festival da Eurovisão, que dizer – quem gosta de Desporto, particularmente de futebol, e dele depende, também – com a sistemática contribuição de treinadores e futebolistas nos feitos dos mais variados emblemas por esse Mundo fora? Nas últimas horas choveram notícias dessas. As mais recentes com o carimbo de Leonardo Jardim, e da sua equipa técnica, João Moutinho e Bernardo Silva, de Paulo Fonseca e seus companheiros técnicos, mas também de Jesualdo Ferreira (no Catar), de Eduardo e Hilário (Chelsea), Renato Sanches (Alemanha), Nuno Morais (Chipre), Vitinha (Bulgária), Manuel Fernandes (Rússia), Miguel Vítor (Israel), Paulo Bento e restantes técnicos, André Martins, Diogo Figueiras e Gonçalo Paciência (Grécia), sem esquecer João Moreira na longínqua Nova Zelândia. E se pensarmos que há quatro portugueses a lutar pela Liga espanhola e que José Mourinho está na final da Liga Europa, se subsistem dúvidas sobre a «mão-de-obra» lusa (em todas as áreas) é mais do que tempo de os xenófobos meterem a viola no saco. O tempo dos «pedreiros» acabou há muito!!!
Arranca domingo o Mundial de sub-20. O que mais desejo é que Emílio Peixe repita Fernando Santos.
