Estrela Veríssimo
É nos momentos de dor, como este que vivemos, particularmente quando desaparece alguém com que nos cruzamos vezes sem conta, que assalta a saudade e vontade de recordar coisas boas. Não posso dizer que o ‘sôr’ Veríssimo era, no universo Estrela da Amadora, uma pessoa muito próxima. Sempre aceitei a distância, reconhecendo, porém, tratar-se de homem afável, educado, de piada fácil – como ainda ontem me confidenciou Fernando Santos, nosso selecionador e que com ele conviveu quatro anos – e que tinha o seu querido clube no coração. Aliás, na história do Estrela, Mário Veríssimo tem lugar reservado na 1.ª fila. Ao lado de outras figuras de sempre do, infelizmente, extinto emblema. Como José Gomes, Marques Pedrosa, Toni Bernardo, Júlio António ou o impagável (e querido) Cuca! Desde ontem, então, no céu brilhará, forte e luzidia, outra estrela. A de Mário Veríssimo.
