Gelson, clássico e FCP favorito
Gelson, seguramente o maior talento futebolístico da atualidade, confirmando que no Sporting a produção da ‘fábrica’ é contínua – Futre, Litos, Figo, Peixe, Cristiano Ronaldo, Ricardo Quaresma, João Moutinho, Nani, Rui Patrício, William Carvalho ou João Mário, sempre com a figura de Mestre Aurélio Pereira presente –, tornou-se na figura da semana (mais do que a denúncia anónima que chegou à PGR por força de desconfianças nos recentes segundos 45 minutos do Estoril-FC Porto – veremos se não será fumo com fogo…), por estar ausente do clássico capital para o seu clube na luta pelo título pelas razões que todos conhecem – só vencendo os leões podem continuar firmes rumo ao sonho, num desafio em que os dragões, também eles com várias ausências, são favoritos… porque jogam melhor! Gelson foi imaturo? Talvez, mas quando se tem um ‘irmão’ a passar mal… A estrutura do Sporting devia ter estado mais atenta? Indiscutivelmente, pois é de todo incompreensível que um futebolista suba ao relvado com dizeres, sejam eles quais forem, na denominada camisola interior. Porém, Gelson foi penalizado por uma das mais aberrantes leis de quem manda no futebol. Se o golo é o sal do jogo, porque raio não podem os profissionais vibrar com o feito? Seria bom que em Zurique se revogasse esta medida.
José Peseiro está de volta ao futebol português. Uma boa notícia, pois trata-se de um excelente treinador. Espera-o tarefa hercúlea em Guimarães mas, tendo em conta o presente cenário, tem tudo a ganhar e muito pouco a perder.
