Grato por tudo, mister Bolt!

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Com o futebol entre nós a caminhar para a rotineira normalidade competitiva (a exceção, e ainda bem, até ver, é o Rio Ave), havendo a forte esperança de se ver mais três equipas nas fases de grupos das respetivas provas europeias, realidades às quais se juntam a (des)afinação do VAR e os recursos de múltiplos processos que parecem encerrados mas estão longe disso, espero que não levem a mal que hoje dedique este espaço a uma lenda do desporto mundial que acaba de fechar a loja: Usain Bolt. Ele faz parte do meu top-10 – no plano interno, futebolistas à parte, os meus ídolos de sempre são Carlos Lopes, Joaquim Agostinho, Rosa Mota, António Livramento e Carlos Lisboa – ao lado de (a ordem é arbitrária excetuando o último, que é para o ‘number one’) Eddie Merckx, Michael Jordan, Kobe Bryant, Daley Thompson, Carl Lewis, Nadia Comaneci, Nikolai Andrianov, Michael Phelps e… Roger Federer. O homem mais rápido do universo, Bolt – que pode agora dedicar-se às noitadas… - deixa um enorme vazio. A velocidade nas pistas nunca mais será igual e já se sente a sua ausência, mas como será no dia em que Federer, para mim o maior atleta que o Planeta pode observar, colocar as raquetas de lado? Acho que para mim acaba o ténis… Portanto, o melhor é Mirka, a dedicada mulher, continuar a dizer que sim, que ele ainda está para as curvas.

Ronaldo ajudou o Real Madrid a conquistar a Supertaça, mas o ato irrefletido do Camp Nou custa-lhe quatro jogos. Por muita razão que tivesse… não devia ter-se ‘esticado’.

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