Hóquei e JJ encantam a “torcida”
Foi um domingo daqueles, que para mim, desportista confesso, terminou com o chamado empate técnico. Igualdade a dois, para ser mais preciso. É que depois de mais um inevitável desaire da Ferrari na F1 – Hamilton está imparável e não é de agora, reconheço-o – e da muito sofrida derrota de Federer em Wimbledon – como é que tu, Roger, esbanjaste dois "match point" frente a Djokovic, num jogo em que, diz quem sabe, como o meu amigo José Morgado, foste muito melhor? – chegaram os momentos de satisfação (por ver um português incensado na pátria do futebol) e de alegria, aqui com lágrimas e tudo. Mais de 60 mil adeptos do enorme "Mengão", no fantástico e mítico Maracanã, rendidos a Jorge Jesus, é de deixar qualquer um arrepiado. Sim, a "torcida" está rendida, quando se ganha (e goleia!) é tudo mais fácil, parece existir uma almofada de conforto para eventuais desaires, mas não era preciso aquilo de "este ser o grupo mais profissional com quem trabalhei". E os outros? Na Luz, Alvalade ou Braga? Já na catedral do hóquei espanhol foi lindo de ver Portugal recuperar o título. As finais são para ganhar e os atletas foram brilhantes. Girão no topo. A quem se deve fazer uma estátua. Como defendeu o capitão João Rodrigues e a "torcida" lusa (toda) apoia!
