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À minha maneira

José Manuel Freitas
José Manuel Freitas

Sousa Cintra líder diferente

Pelo que se vai vendo e ouvindo, não há certezas absolutas quanto à realização, a 8 de setembro, do ato eleitoral sportinguista, muito menos se sabe quantas listas se apresentarão a sufrágio – o mais tarde a 9 do mês que vem conheceremos quem está disponível para chegar à apetecível cadeira leonina –, mas uma coisa é certa: Sousa Cintra, ainda com muitos dos tiques que fizeram dele um líder diferente nos três mandatos em que dominou em Alvalade, se se apresentasse como alternativa não sei se não seria o sucessor de BdC. Aquilo que tem feito desde que se assumiu como o principal rosto da SAD conferem-lhe créditos que tomara a maior parte dos putativos candidatos terem-nos para si. Sendo verdade que (mesmo não se conhecendo tudo o que se passou) a saída de Gelson podia ter tido outro epílogo, não restam dúvidas de que os regresso de Bruno Fernandes e Bas Dost, a continuidade de Coates, Mathieu ou Acuña, a contratação de Nani, mais a escolha de José Peseiro – treinador trouxe acalmia brutal à turbulência existente – fazem com que Cintra, quem sabe um dia, não tenha direito a busto nas imediações do estádio. A todas estas brilhantes decisões junta-se o regresso do dr. Fernando Ferreira, que saiu da sua zona de conforto para ajudar os leões… por amor à camisola. Como Cintra! Um otimista puro, que arrasta consigo sportinguistas de todas as gerações.

Começou com um desaire a campanha europeia das equipas lusas, mas, pelo que fez na Polónia, o Rio Ave tem todo o direito a olhar o futuro de sorriso nos lábios.
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