O Mundial à Americana

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Com o Campeonato do Mundo já no final da segunda ronda da fase de grupos, ainda que não tenha assistido a mais do que os jogos da nossa Selecção, tem sido muito interessante ver a dinâmica comercial da competição, com presença até numa das grandes novidades da prova, a pausa para hidratação. Exploração esta que vai muito para além daquilo que é definido nos regulamentos nacionais como “a exploração comercial das competições”, acrescentando outros aspectos como sejam a revenda legal de ingressos para os jogos, bem como a experiência proporcionada a cada adepto. Tudo é visto como uma oportunidade.  É inevitável que sempre que escrevo sobre a experiência norte-americana na área do marketing/comercial, me lembre de Uli Hoeness que após terminar a sua carreira precocemente, por força de uma grave lesão, foi para os Estados Unidos procurar perceber estas estratégias comerciais para aplicar no “seu” Bayern.

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